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Pequeno Balanço 2008
Caros associados da A.P.A.V.: Passados que estão já quinze meses sobre a tomada de posse dos actuais órgãos sociais da Associação Portuguesa de Árbitros de Voleibol parece-nos importante e lógico fazer-vos um pequeno balanço |
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| Dez.2008: Pequeno Balanço |
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Pequeno Balanço 2008
Caros associados da A.P.A.V.: Passados que estão já quinze meses sobre a tomada de posse dos actuais órgãos sociais da Associação Portuguesa de Árbitros de Voleibol parece-nos importante e lógico fazer-vos um pequeno balanço
daquilo que
tem sido a actuação, particularmente, da Direcção ao longo desse
período.
Tal como tinha sido apontado aquando do período eleitoral, do ponto de vista estratégico, este mandato seria determinante para credibilizar a APAV junto de várias entidades, particularmente as Associações Regionais, uma vez que as mesmas podem ser veículos de implementação de algumas medidas que nos parecem importantes para o bem estar e desempenho cabal da função enquanto árbitros. Foi nesse sentido que desde logo foram feitas reuniões com a maioria das Associações, não só continentais como também arquipelágicas, ficando a faltar apenas três, o que pensamos, brevemente o faremos. Só o não fizemos ainda por razões de ordem de disponibilidade de ambas as partes. Por outro lado, e tal como tinha sido determinado em Assembleia Geral, de Março de 2007, demos conclusão ao processo judicial que nos movia contra o colega Nuno Cunha, o qual se considerou culpado e indemnizou a nossa instituição no valor acordado. Falta agora concluir a segunda parte do processo, que passa pela instauração do inquérito interno. Participamos no processo de reajustamento do modelo formativo dos árbitros em Portugal, não só em termos conjunturais, com os reajustamentos de cargas horárias e ponderações de avaliação, como em termos estruturais, nomeadamente com a formalização e regulamentação do curso de Marcadores. Participámos em todas as Assembleias Gerais da Federação Portuguesa de Voleibol não deixando nunca de defender as nossas ideias e as nossas posições apesar da forma como o fazemos não ser do agrado de alguns colegas o que desde logo só nos leva a pensar que por vezes as pessoas preferem a forma ao conteúdo, embora num passado recente defendessem rigorosamente a ideia contrária. As discordâncias e a pluralidade são o motor da democracia, mas tratadas nos locais próprios e assumidas publicamente, nunca na sombra ou penumbra e imbuídas de incoerências. Foi neste contexto que na Assembleia Geral Extraordinária de 08 de Junho, depois de termos decidido em reunião de Direcção, do dia 06 do mesmo mês, votámos favoravelmente a proposta da F.P.V. (dela e não nossa como caluniosamente nos acusaram) relativamente ao pagamento directo do prémio de jogo aos árbitros por parte dos clubes visitados. Esta nossa posição foi tomada depois de termos questionado a Direcção da F.P.V. sobre um conjunto de situações que poderiam ocorrer e para as quais era necessário encontrar mecanismos de protecção aos árbitros. Dadas as garantias votámos favoravelmente. Por outro lado havia uma razão de fundo que nos parecia também importante, o pagamento tardio. Assim sendo, e com este novo procedimento, os árbitros receberiam mais cedo parte dos valores a que têm direito e como tal poderão fazer face às muitas despesas que lhes estão inerentes. Além disso as questões fiscais iniciais que se colocavam deixaram de existir, nomeadamente o facto de haver penalizações para quem passasse recibo verde a mais do que uma entidade. Não nos podemos esquecer que uma associação de classe existe para defender todos os árbitros e de todas as categorias, não só os nacionais e os internacionais. Relativamente a esta questão dos pagamentos gostaríamos de partilhar convosco que as questões que se prendem com a cobrança de IVA foram também colocadas, por escrito, a quem de direito tal como a necessidade de, em 2009, rever e ajustar os valores das ajudas de custos. Na última Assembleia Geral da F.P.V., ocorrida a 14 de Dezembro último, ficou assente que esses valores seriam revistos, ajustados e que a APAV participaria nesse trabalho. Relativamente aos Associados começaremos a enviar brevemente os cartões de Sócio, não na sua totalidade uma vez que muitos dos colegas não enviaram ainda, tal como tinha sido solicitado, as suas fotografias. Além disso estamos ainda a resolver muitas questões burocráticas que vêm do passado, particularmente a actualização do NIF e do Registo Nacional de Pessoas Colectivas. Sem esses dados não poderemos dar início á abertura de conta bancária. A organização administrativa foi outra das nossas prioridades. A APAV está também a participar activamente na CAJAP, não só na sua Direcção, com a presença do colega António Sobral, enquanto secretário daquele órgão, mas também na Comissão de Ética e no Conselho Consultivo. Finalmente dizer-vos que neste período aumentamos em 10% o numero de associados e que foram feitas nove reuniões de Direcção, noventa por cento delas, com a presença dos sete elementos que compõem o órgão. Conscientes que estamos a seguir o que foi o nosso compromisso para com os associados, muito ainda há a fazer para atingirmos todos os objectivos traçados para o triénio e estaremos sempre abertos a sugestões, propostas e críticas desde que estas sejam construtivas e, acima de tudo, vocacionadas para o desenvolvimento de prestigio da arbitragem. Se algumas situações houveram em que não agimos deveu-se principalmente ao facto de não termos tido conhecimento formal delas. Muitas das situações era-nos comunicadas verbalmente mas quando o solicitámos por escrito os colegas retraíram-se. Enfim não entendemos mas respeitamos. Aproveitando este momento a Direcção da APAV deseja a todos os árbitros um Santo e Feliz Natal bem como um Ano de 2009 muito Próspero e cheio de sucessos pessoais, profissionais e desportivos. O Presidente da Direcção da APAV Hélio Ormonde Adicionar como favorito (42) | Visto: 3766
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